18/11/11

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"magooei-me a mim mesma hoje para ver se ainda sinto. eu focalizo-me na dor, a única coisa que é real. a agulha abre um buraco, a velha picada familiar, tento matá-la de todas as maneiras, mas eu lembro-me de tudo (...) no que é que eu me tornei? meu doce amigo, todos os que eu conheço vão-se embora no final. e tu poderias ter tudo isso (...) eu uso essa coroa de espinhos, sentada no meu trono de mentiras, cheio de pensamentos quebrados que eu não posso consertar. debaixo das manchas do tempo, os sentimentos desaparecem. tu és outro alguém, eu ainda estou bem aqui (...) se eu pudesse começar de novo, a milhões de milhas daqui... eu manteria-me, eu acharia um caminho."

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