«porque é que olho para ti? porque é que me falta a respiração quando o faço? porque é que choro? porque é que vejo fotografias nossas? (...)
porque é que te amo assim tanto?
porque é que te amo assim tanto?
estou exausta de tantos pensamentos e interrogações.
olhavas para ela, e eu discretamente observava-o... e lembro-me do dia em que por fim concluí que nunca tinhas olhado para mim daquela maneira. a triste verdade é que eu sei que nunca te importaste muito connosco, e talvez nem mesmo comigo. tanto que até certo ponto comecei a sentir nojo de ti,
o que me foi causando tristeza todos os dias.
contudo, sinto mais que nunca a tua falta. tenho saudades de ouvir a tua voz e de falar contigo; de ver-te a sorrires para mim e de me beijares enquanto a chuva caía; de te abraçar como se não existisse amanhã e de estar bem junta a ti quando me agarravas pela cintura; de ter medo de te perder e de ficar amuada quando dizias que tinhas de ir embora; das coisas que me contavas e de me fazeres rir pelos mínimos motivos; de ter os meus dedos entrelaçados aos teus e de me beijares o pescoço; de dizer que te amava e de me fazeres cócegas; da inspiração que´me davas e do nosso primeiro beijo.
tenho saudades de quando o meu coração era teu e de quando eu te pertencia.
o que me foi causando tristeza todos os dias.
contudo, sinto mais que nunca a tua falta. tenho saudades de ouvir a tua voz e de falar contigo; de ver-te a sorrires para mim e de me beijares enquanto a chuva caía; de te abraçar como se não existisse amanhã e de estar bem junta a ti quando me agarravas pela cintura; de ter medo de te perder e de ficar amuada quando dizias que tinhas de ir embora; das coisas que me contavas e de me fazeres rir pelos mínimos motivos; de ter os meus dedos entrelaçados aos teus e de me beijares o pescoço; de dizer que te amava e de me fazeres cócegas; da inspiração que´me davas e do nosso primeiro beijo.
tenho saudades de quando o meu coração era teu e de quando eu te pertencia.
tenho saudades do meu tudo, equivalente ao teu nada.»

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